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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O divórcio começa no namoro - [Parte 2/6]

Continuando com a segunda parte de "o divorcio começa no namoro" para ver a parte 1>> clica aqui


Esperar alguém no Senhor Existe?



Será que existe isso? Será que você tem que ficar aguar­dando a mulher ou homem que Deus vai mandar para você?

Já vi centenas de pessoas que ficam sentadinhas nos ban­cos da igreja esperando o tal "Isaque" aparecer; e continuam lá, no banquinho, assentadas até hoje. E o que é pior: muitas ficam com raiva de Deus, amarguradas.

Em se tratando de conhecer alguém que um dia possa vir a ser sua mulher, a única maneira de fazer isso é vivendo a normalidade da vida, andando com Deus de olhos bem abertos para a vida.

O salmista diz no salmo 126: "Quem vai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes".

O salmista apresenta um espírito de permanente movi­mento enquanto se aguarda a restauração que vem de Deus.

Agindo assim, no próprio caminho você encontrará alguém.

A Bíblia não nos oferece nenhuma revelação sobre a es­colha conjugai, assim como não define a maior parte das escolhas humanas.

A escritura nos ensina o caminho da verdade, da justiça, da misericórdia, da bondade, da fé, da esperança e do amor. Mas não diz com quem casar, que profissão praticar etc... Há casos raríssimos em que alguém sabe exatamente os detalhes de sua vida nesses particulares.

No final, o justo tem que andar pela fé.

Algumas coisas são essenciais: atração psicológica que implica admiração, charme, atração física, atração pelos objetivos mútuos, afinidade intelectual. Afinidade espiritual, nesse caso cristão e não apenas evangélico.

(*) Houve um homem chamado Ali Hafed, que vivia no belo país do Irã. Ele era fazendeiro e estava contente com sua situação. Sua fazenda era excelente e rendosa. Tinha esposa e filhos. Criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e a paz de Deus", dizia ele, "é um homem 
rico!"

Ali Hafed continuou rico até que, certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar de uma cousa estranha, que o sacerdote chamava de "diamante". Ali Hafed jamais ouvira falar em diamantes. E o sacerdote comentou: "Eles cintilam como um milhão de sóis, na verdade, as coisas mais lindas do mundo!".

De repente, Ali Hafed passou a sentir-se por demais des­contente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se pode encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." O sacerdote respondeu: "Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes correndo sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali você achará diamantes."

Ali Hafed, então, tomou uma decisão: vendeu a fazenda, confiou esposa e filhos aos cuidados de um vizinho, e se lançou em sua jornada em busca de diamantes.

Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que, afinal, encontrou-se junto as "Colunas de Hércules", entrando, a seguir, na Espanha. Ele procurava areias brancas, montanhas altas. Diamantes, porém, não encontrou um só. Com o decorrer dos anos um dia chegou ele à costa de Barcelona, na Espanha. Estava alquebrado, sem recursos e sem condições de comunicar-se com a família. Num acesso de desespero, profun­damente deprimido, lançou-se ao mar e morreu.

Nesse ínterim, o homem que adquirira a fazenda de Ali Hafed achara uma curiosa pedra negra, enquanto seu camelo se dessedentava num riacho. Levou-a para casa, colocou-a sobre a cornija da lareira e esqueceu-se dela.

Um dia apareceu o sacerdote. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra uma lasca. Disse o hospedeiro: "Um diamante! Onde o achou?".

Contou-lhe o fazendeiro: "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras aonde levo meu camelo para beber."

Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto lhes permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Cavaram e acharam mais diamantes! Esse achado se transformou na Mina de Diamantes 
Golconda - a maior mina do mundo!

A lição é clara. Os diamantes lá estavam, o tempo todo, no quintal de Ali Hafed. Só que ele não os vira. E, por isso, gastara a vida numa busca inútil!

A moral, também, é clara. Aonde você vai gastar sua vida em todo tipo de viagens à caça de prazer, fama e riqueza — um tremendo esforço para encontrar felicidade? Mas pode aconte­cer que a felicidade esteja debaixo de seus pés, em seu próprio quintal. Floresça onde você está plantado!

Onde quer que você esteja, Deus ali está. Onde Deus está há belos desígnios — basta que você veja as possibilidades. Deus o pôs onde está, porque ele pode ver diamantes nas rochas que estão ao seu redor.

Continuação >>> Parte 3/6

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